O MILLIONS South America, que começa em 10 dias no Rio de Janeiro , terá prizepool de US$ 7 milhões garantidos, o maior da história do poker sul-americano. Essa será a primeira etapa no continente da série mais importante do partypoker.

O sala ‘devia’ a nós, sul-americanos, um evento desta magnitude. A partir de 15 de março – data de início do MILLIONS do Rio, que encerra-se em 24 do mesmo mês – não deverá mais.

Como parte de sua expansão global e crescimento exponencial, o partypoker desembarca na América do Sul para trazer um festival com 12 torneios ao longo de 10 dias, o que inclui um Main Event com buy-in de US $ 10.300 e premiação total garantida de pelo menos US $ 5 milhões garantidos, a maior já vista por essas bandas.

A missão é auspiciosa e complexa. Mas, para realizá-la com êxito, o partypoker contará com uma equipe de elite, com know-how e experiência organizando os maiores eventos do poker internacional.

Grandes profissionais comandados por um craque do ramo:  Christian Scalzi , diretor de torneios da sala, que estará neste mês no Copacabana Palace para tornar o MILLIONS South America um sonho real.  Confira, a seguir, nossa entrevista com esse profissional:

O que você tem que levar em conta ao organizar um torneio de US $ 10k na América do Sul?
A distância longa costuma ser uma preocupação. É fundamental organizá-lo com antecedência para que os jogadores possam viajar de seus países até o local do evento. Além disso, escolhemos a dedo a sede de festivais como o MILLIONS. O lugar tem que oferecer aos jogadores uma experiência de vida que vá além da experiência de jogar poker em si.

Qual aspecto da organização é o mais difícil?
Todos os aspectos. É enorme o número de detalhes de organização que precisam ser atendidos para a ‘maquina’ funcione com fluidez e ofereça o profissionalismo que torneios e jogadores destes níveis exigem.

Depois de um torneio terminar, você sente mais satisfação ou alívio?
Satisfação, se tudo correr bem. Mas também alívio, claro: há muita adrenalina e pressão em um nível tão alto e os dias são muito longos.

 Christian Scalzi fala 5 idiomas e está aprendendo russo

O que há de melhor no circuito partypoker LIVE?
O melhor de nosso circuito é proporcionar aos jogadores uma atmosfera especial, com torneios, ao mesmo tempo, relevantes, elegantes e divertidos.

Os torneios do MILLIONS são, atualmente, os melhores do mundo?
É difícil responder a esta pergunta por várias razões; mas, sim, pode-se dizer que eles estão entre os melhores e mais ricos torneios do mundo.

Como alcançar premiações garantidas tão grandes?
Realizamos um longo trabalho de fidelização de jogadores de alto nível no mundo inteiro. É preciso entender e atender as necessidades de cada um deles.

Um evento do MILLIONS de US $ 10k em Las Vegas poderia estar à altura de um evento da WSOP?
Esta é outra resposta difícil de dar. A WSOP em Las Vegas é uma instituição, um símbolo. Mas há potencial para criar um produto que não deixe nada a desejar para os eventos da World Series.

Quem é Christian Scalzi?
É alguém com muita responsabilidade, mas que gosta de boas vibrações e da conexão humana com os jogadores e toda a equipe. O sorriso é parte fundamental do meu trabalho e da minha personalidade.

Como você começou no mundo do poker?
Em 2006, o poker começava a se desenvolver na Itália. Meus anos de experiência em cassinos como croupier-chefe e me proporcionaram desde o primeiro momento papéis importantes nos maiores torneios da Itália. A partir daí, veio a carreira internacional, em torneios do PokerStars, World Poker Tour e muitos mais.

O que é mais importante para ser um bom diretor de torneios?
Acredito que, além do profissionalismo e de saber cuidar de todos os aspectos técnicos, é necessário colocar-se no lugar dos jogadores para poder entender como eles vivem o torneio.

Quantas línguas você fala?
Falo cinco idiomas: italiano, inglês, francês, espanhol e português. E um pouco de russo, ainda estou estudando.

Qual é o seu sonho como diretor de torneios de poker?
Gostaria de dirigir um torneio de poker nos Jogos Olímpicos. Além da satisfação pessoal, seria um sonho ver o poker um dia ser reconhecido oficial e globalmente como um esporte.

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