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O nome ‘Levi Strauss’ entrou para a história da humanidade pela primeira vez em 1853; naquele ano, um empresário assim batizado fundou a Levi Strauss & Co, marca de jeans que hoje tem alcance global e é mais conhecida como, simplesmente, Levi’s.

Quase 100 anos depois, um antropólogo, filósofo e sociólogo francês se tornou o mais famoso xará do fabricante de calças. Claude Levi Strauss foi um dos maiores intelectuais do século 20 e – a quem interessar um pouco de conhecimento aleatório – também um dos primeiros professores da Universidade de São Paulo, nos anos 30, quando viveu no bairro da Bela Vista em São Paulo.

Antropólogo Claude Levi Strauss, em viagem à Amazônia nos anos 30

Antropólogo Claude Levi Strauss, em viagem à Amazônia nos anos 30

Bem, eis que esse nome de sonoridade marcante não conhece limites. Depois do universo da moda e das ciências sociais, ‘Levistraus’ ataca, tantas décadas depois, no universo do poker online.

Levistraus’ foi, no último domingo, o campeão da terceira edição do The Sunday 500, torneio recém-chegado à grade de domingo do partypoker, e colocou $ 20.090 em seu bankroll.  Por trás do nome famoso e tradicional em outras áreas está o mineiro Carlos Ribeiro, um dos regulares com melhor nível e em melhor fase no poker nacional na atualidade.

Carlos – o ‘Levistraus’ no partypoker – é o primeiro brasileiro a conquistar uma edição do no torneio e falou nesta semana com o blog do partypoker – sobre a conquista e sobre a carreira.

“Se não passa, ali não teria a história para contar”

“Bem no início do torneio, fui all-in river blefando com 8-high num pote gigante. Se não passa ali, não teria a história para contar”, lembra Carlos, ao ser perguntado de uma mão memorável do The Sunday 500.

O poker tem desses momentos “e se” em que detalhes mudam completamente a história que será contada ao final do torneio. Carlos tem muitos outros desses episódios ao longo de anos de poker para contar.

Natural do Formiga, cidade interiorana no oeste de Minas Gerais, onde reside ainda hoje, Carlos demorou para se estabelecer no poker.

O jogo entrou na vida do hoje profissional há cerca de 10 anos, quando ele cursava Ciências Contábeis. A princípio era uma brincadeira, que ele decidiu transformar em algo sério em 2015. Carlos, na época concursado, deixou um bom emprego na Caixa Econômica Federal para iniciar sua carreira profissional no poker.

“Cheguei a quase desistir”

Sair do banco para viver do poker foi um move ousado. Não era um blefe, mas teria que “passar” para tudo valer a pena. Era o sonho dele, mas por algum tempo foi um pesadelo difícil de lidar.

“No início da minha carreira, passei mais de um ano sem evoluir e sem ganhar”, conta o jogador, que se viu perdido e mergulhado na angústia de não saber qual seria o próximo passo. Nem se haveria um próximo passo: “foi uma época difícil. Cheguei a quase desistir”.

Esse começo de drama e incertezas repete a história de muitos dos que optam pelo profissionalismo no poker. Em dado momento, parecia que nada ia dar certo, mas ele conseguiu, após bater muita cabeça, dar o rumo que queria à sua vida.

Depois mais de tentar fazer a coisa andar por conta própria e “quebrar a cara” algumas vezes, Carlos se encontrou quando entrou para Standard Backing.

O time foi o primeiro de sua carreira e deu direção ao que parecia sem rumo. “Era o meu primeiro ano e nesse tempo eu jogava por conta e não tinha coach. Não conseguia sair muito do lugar e não sabia o porquê”, conta Carlos. “No Standard Backing, entendi a estrutura do jogo e como ser lucrativo, além de ter o suporte financeiro que o time oferece”.

“Superei buscando ajuda”, conta Carlos. “Assim que comecei a ter coachs e ter acesso a pessoas que já estavam em um nível auto, as coisas aconteceram na minha carreira”.

No auge

A estrada de Carlos foi dura, mas já há algum tempo ele aproveita os benefícios da evolução técnica.

‘Levistraus’, na verdade, não é fã da marca de roupas, nem do consagrado antropólogo. O nick é o terceiro dele no partypoker – antes, Carlos já foi carlitolevis e Leviscarlos – e é – como todos os seus apelidos – nada mais do que mais uma variação da palavra Levis, presente em seu nick original no poker, utilizado em outra sala.

Como Carlos Levis, sua conta mais antiga, nosso personagem da semana registra um gráfico altamente lucrativo, com R$1,098,757 (cerca de 200 mil dólares) de saldo e uma curva sem maiores oscilações desde 2017 – além de um ROI (retorno de investimento) de 16.3%.

No partypoker, a conta ‘Levistraus’, ainda recente (criada em maio de 2021), tem ROI incrível de 108%, fruto sobretudo do big hit do último domingo.

Presente e futuro no poker

Carlos Ribeiro foi de um começo duvidoso a exemplo de sucesso no poker online. Para isso, aperfeiçoou ao máximo diversos aspectos de seu jogo – em especial uma característica fundamental: saber jogar nos momentos decisivos – aqueles que separam que leva o big hit de quem fica apenas ITM e leva apenas um prêmio de consolação.

“Acredito que minha maior qualidade seja a concentração nas retas finais, fico imerso e atento aos detalhes e tentando entender como os adversários estão agindo e me vendo”, destacada profissional, sem deixar de fazer uma ressalva. “Mas acho que um bom jogador de poker é o que consegue ser bom na maior quantidade de situações possível, que se adapta e joga bem em diferentes cenários e não aquele que tem um super talento em algo”.

As habilidades de estar atento a detalhes e ler os rivais vêm sendo fundamentais em momentos chave da carreira de Carlos, incluindo neste domingo no partypoker. “No 3handed, percebi os outros dois jogadores começaram a desviar pro lado mais agressivo do que o normal, mais do que a situação permitia, foi o momento em que mudei um pouco a marcha para conseguir ir bem pro HU”.

Detalhes… Sempre eles fazendo a diferença toda. A percepção das minúcias do jogo fez Carlos chegar a uma posição de privilégio no poker. Atualmente, ele trabalha com um buy-in médio de 200 dólares e um ROI superior a 10%.

“Quero seguir jogando online e escalando os limites. Estou muito feliz com o limite em que cheguei hoje e é muito gratificante poder viver isso”, diz o jogador ao ser perguntado por planos no futuro: “quero me manter por muitos anos”.

Além disso, Carlos Ribeiro comanda seu próprio time, deixando também sua contribuição no desenvolvimento de novos jogadores. É ele o profissional por trás do CL Poker Team – ou, em outras palavras, o time do Carlos Levis.

Levis ou Levistraus, além de marca de roupa e nome de intelectual, virou a marca de um jogador de primeiro nível no poker online nacional. O The Sunday 500 – PKO que já agita os domingos do partypoker – teve um campeão à altura do torneio no último fim de semana.

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Foto: Mundo Poker

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